segunda-feira, 21 de março de 2016

O SOL DA MEIA NOITE

O céu e a imensidão
O infinito não vejo
A minha angústia, que dor
É saber que estou só
No escuro da minha solidão
Um grito perdido no silêncio
Vontade de falar, estou calado
Um pouco de esperança
Que corre na ponta do meu coração
Me pega de surpresa, me derruba no chão
A vida e a morte
Quantos mistérios
E nas trevas da escuridão
Você surge brilhando feto um sol
Reluzindo nesta noite
Que não teve começo e não terá fim
Pois é um sonho inacabado
Que pra sempre será sonhado...
Fabrício Colombo

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