terça-feira, 31 de maio de 2016

JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS

Infelizmente o nosso país não pode ser considerado um Estado justo. Além da grande injustiça social vigente no Brasil, que não é o caso a ser abordado aqui, perecemos de uma justiça legal, que seja eficaz e realmente puna a quem merecer.
Os romanos já diziam "a lei é dura, mas é a lei". No Brasil "a lei é mole, mas é a lei". E aí está o problema, na legislação que em nome de defender os inocentes é cheia de prerrogativas que impedem que os culpados sejam condenados. E quando os são, todos sabemos que eles não vão cumprir a pena. Mais cedo ou mais tarde, por fulga ou agraciados com as benecies da lei. Benefícios esses que não são agraciados os trabalhadores e cidadãos honestos. Também sabemos que esses apenados em liberdade, vão voltar a cometer os mesmos crimes pelos quais já foram presos e condenados, mas mesmo sabendo são postos em liberdade. Isso, logicamente é uma insanidade, para não dizer burrice. Mas a lei permite.
Não bastando o problema da nossa legislação, que deveria proteger os corretos e punir os maus feitores, os direitos humanos no Brasil ao invés de ajudar, atrapalham. Quero salientar que não sou contra os direitos humanos, principalmente daqueles que trabalham, estudam e se esforçam para construir uma sociedade mais justa e igualitária. Defendo os direitos humanos, daqueles que passam fome, daqueles que ficam atirados nos corredores dos hospitais, dos idosos e crianças abandonados, etc. São esses, que as pessoas defensoras dos direitos humanos tinham que defender, tinham que se preocupar e não com aqueles que matam esses.
Sei que a violência em uma sociedade está intimamente ligada às condições socioeconômicas de sua população, mas enquanto nós, como sociedade, como nação, não conseguirmos atingir uma justiça social mais digna, que com certeza diminuirá a violência, é necessário uma legislação mais eficiente e até mais dura e intolerante em certos casos. Principalmente a crimes e criminosos, sejam eles de colarinho branco ou assassinos. È necessário punir, cortar o mal pela raiz. Afinal, quem está sendo punido atualmente no Brasil com essa nossa legislação branda e leviana? Quem são os privilegiados dessas leis? Os inocentes ou os culpados?
Fabrício Colombo.

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